Morangos sem Açúcar (episódio 3): corar faz de nós humanos

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Olá. O meu nome é Carlos K. Bem-vindos ao meu podcast e blog “Morangos sem Açúcar”, uma série sobre corpo, mente e bem-estar – pessoal e do planeta em que vivemos.   

No episódio de hoje, proponho olharmos para o tema do bem-estar coletivo imposto pela crise climática de uma perspetiva diferente, que vai além das frases bonitas, das boas intenções ou das manifestações. Primeiro: no imediato, que custos estamos dispostos a suportar para implementar a profunda mudança da estrutura de produção e consumo que se impõe? Segundo: somos, enquanto espécie, confiáveis para tomar as decisões certas?

No último episódio, conversamos sobre a crise climática, os desafios de salvar o planeta, a biodiversidade e a sobrevivência da nossa espécie. Este é o projeto mais importante de cada pessoa viva atualmente – se falharmos, podemos não ter uma segunda oportunidade.

Há cada vez mais um consenso alargado sobre a origem humana das alterações climáticas e o risco para a qualidade de vida das gerações futuras ou até a nossa sobrevivência. Contudo, a maioria das pessoas não ganhou ainda consciência de quão colossal e urgente é essa mudança, ou dos custos gigantescos e adaptações à economia física (forma como produzimos, consumimos e descartamos coisas) que serão necessários. Este é, provavelmente, o maior desafio da nossa história coletiva enquanto espécie: mudar radicalmente toda a economia física, num curto espaço de tempo.

Terminamos o último episódio com uma nota positiva sobre as soluções que ciência e tecnologia poderão trazer. Contudo, os custos e investimentos para encontrar as soluções e adaptar a economia serão colossais. Estamos disponíveis para aceitar esses custos?

O petróleo é uma matéria prima tão entranhada na economia mundial por razões evidentes: é uma fonte de energia abundante e barata (um barril de petróleo tem cerca de 159 litros, pelo que mesmo a 80 USD/litro o petróleo custa menos do que uma garrafa de água ou de coca-cola); pode ser facilmente transportado; disponibiliza uma fonte de energia imediata e controlável; e a refinação produz uma série de outros produtos (plásticos, lubrificantes, colas, etc) que são conspícuos na vida moderna.

A substituição do petróleo e gás natural por energias renováveis tem desafios significativos. É verdade que atualmente a energia eólica e solar são mais baratas como fontes e eletricidade do que os combustíveis fosseis. Contudo, coloca desafios de intermitência (como fornecer quando não há sol ou vento?), de transmissão a longas distâncias (a eletricidade tem que ser produzida próxima dos pontos consumidores), de poder energético (ainda não se consegue atingir as temperaturas necessárias para o forno de aço com eletricidade), armazenagem (preço e capacidade das baterias) e renovação da rede elétrica.

O aumento de preço do petróleo e da eletricidade que se assiste em finais de 2020 é talvez o primeiro teste ao que o publico (e políticos) estão dispostos a pagar pela transição energética. Na verdade, o aumento dos preços da eletricidade tem várias causas, que não apenas relacionadas com as renováveis:

  • aumento da procura mundial estimulada pelos pacotes de recuperação económica pós Covid com politicas monetárias e orçamentais expansionistas
  • inverno particularmente frio no hemisfério norte (baixando as reservas de gás natural), conjugado com menor disponibilidade de vento, sol e hídricas no verão
  • desinvestimento pelas empresas energéticas em novos projetos de petróleo, gás ou centrais térmicas a carvão, decorrente de perspetivas de “fim dos combustíveis fósseis” ou forçados pelo crescimento brutal de fundos com critérios “green investment”
  • aumento do preço das licenças de carbono na Europa decorrente de mudanças legislativas no mercado de carbono europeu

Sem prejuízo da variedade de fatores, começam já a ouvir-se vozes de preocupação sobre o impacto da transição para energias renováveis no preço da eletricidade. Este é talvez o primeiro teste real de até onde consumidores e políticos estão dispostos a ir para assumir os custos da mudança climática.

A Europa tem sido um líder mundial na transição energética, mas parece-me faltar três aspetos importantes para que a revolução ecológica seja exequível:

  1. Transparência sobre o “sangue, suor e lagrimas” que serão necessários. Os líderes mundiais têm que explicar de forma clara e transparente às pessoas comuns a dimensão do desafio e os custos com que devemos contar. A sucessão de promessas para 2050 e o bombardeamento comunicacional de todas as empresas a querer mostrar-se “verdes” ameaça criar uma ilusão de que será fácil. Surpreendidos com os custos e dificuldades da transição, a opinião publica pode vacilar… e por consequência os políticos.
  2. Um modelo de incentivos e investimento direto em novas tecnologias e I&D que permita reduzir o “green premium” em indústrias como aço, cimento, pecuária e transportes. A questão é de economia elementar. Se produzir aço verde custar o dobro do aço normal, então mesmo que tenha que comprar licenças de carbono ainda será preferível comprar a licença e produzir aço normal. A única forma de estimular a adoção de tecnologias verdes é aproximar o seu custo das tecnologias convencionais.
  3. Colocar os temas da economia circular no centro da discussão sobre mudança climática. Para reduzir as emissões teremos que produzir menos, mas nos países desenvolvidos não se antevê consumir menos e os países em desenvolvimento vão consumir mais. Assim, exceto por uma tecnologia milagrosa, teremos que alterar a lógica linear de produzir-consumir-descartar para reforçar a reintegração dos materiais no processo económico. Atualmente, extraímos materiais do planeta a um ritmo 5x superior à capacidade de regeneração. É necessária uma alteração sistémica estrutural de todo o ecossistema económico para reverter esta lógica extrativa de recursos.

Apesar da urgência da transformação que se impõe, uma mudança demasiado rápida tem um risco: o de acabar com o consenso global sobre o clima. Se consumidores e políticos sentirem uma escalada demasiado rápida de preços que compromete o estilo de vida, podemos enfrentar uma reação negativa aos esforços climáticos.

Estamos assim numa encruzilhada fundamental da história do Homo Sapiens, em que teremos que tomar decisões rapidamente, com informação incompleta e balanceando objetivos contraditórios. O que nos leva a uma outra questão, mais fundamental e filosófica: estamos preparados para esse desafio? Podemos confiar na humanidade, enquanto espécie, para tomar essas decisões das quais depende o futuro da vida na Terra… e talvez no Universo?

A resposta depende da forma como vemos a natureza intrínseca do ser humano, e da forma como se molda a ação coletiva, entre consensos, jogos de poder e interesses.

Convenhamos que os últimos 100 anos da nossa história apontam para uma visão bastante cínica e pessimista do Homo Sapiens. Duas guerras mundiais, o holocausto, guerras civis devastadoras de Espanha à Jugoslávia, limpezas étnicas, guerras de independência colonial, regimes autoritários, jihadismo islâmico, racismo… enfim, os exemplos da perversidade e maldade humana na história recente são avassaladores, a ponto de levar mesmo os mais otimistas a perder a esperança na espécie humana. Essa ansiedade pela ação coletiva, em que o individuo está subjugado por forças que não controla, funciona como uma gigantesca nuvem cinzenta sobre todos – não admira que nas últimas décadas tenha crescido exponencialmente a ansiedade, depressão e sentimentos de perda de controlo num mundo que deixou de ser local para passar a ser global. Num paralelo com a Guerra das Estrelas, o Dark Side parece estar a dominar a Força.

Mas permitam-me alguns reparos…

Primeiro, sem negar as atrocidades do século XX, podemos ver a nossa história recente como um momento de passagem à nossa idade adulta coletiva – como se a humanidade fosse uma criança rebelde habituada a jogar com armas de brincar e de repente na adolescência lhe fosse entregue armas de destruição maciça. Essa experiência dura, muito dura, terá talvez sido necessária para ganharmos consciência do nosso poder enquanto espécie. Como disse o avô do homem-aranha ao jovem que descobrir os seus novos poderes, “with great power comes great responsability”.

Segundo, os últimos 100 anos assistiram a uma redução sem precedentes do número de pessoas a viver abaixo do limiar de pobreza, a esperança de vida disparou, mortalidade infantil a nível mundial desceu. Atrever-me-ia a dizer que, apesar das desigualdades globais e da ameaça da crise climática, nunca houve melhor momento na história da humanidade, em termos de indicadores objetivos de qualidade de vida, saúde e educação. Mesmo incluindo duas guerras mundiais, no último século menos de 10% da humanidade morreu devido a violência, malnutrição ou doença, o nível mais baixo desde a sedentarização há c. 10.000 atrás.

Terceiro, a humanidade é eminentemente social. Essa sociabilidade – que é como quem diz, o Homo Sapiens é por natureza dócil, amigável, pacífico – é a característica distintiva da nossa espécie e a base da evolução. Só que, curiosamente, essa mesma sociabilidade tende a criar sentimentos muito fortes de pertença a um grupo: “nós” e “eles”. Tudo o que cria elementos de lealdade a um grupo pode originar hostilidade perante ameaças externas. Por isso, acredito que o processo de globalização económica e cultural que vivemos nas últimas décadas é crucial para podermos atingir a tal “Aldeia Global”. O que vou dizer é certamente controverso, mas atrevo-me a afirmar que a prazo, as redes sociais são um instrumento poderoso de globalização cultural e como tal de eliminação do “eles”. Quando os nossos jovens com a mesma facilidade dançam no tik tok (uma app chinesa) e postam no instagram ou comentam no Twitter, estão a afirmar-se como cidadãos globais. Claro que o risco do “imediatismo” é imenso nestas redes sociais, ou seja, opinar com base em meia dúzia de frases, sem capacidade introspetiva e reflexiva. Mas isso seria matéria para outro episódio.

Voltemos por isso à questão inicial: a natureza humana permite-nos confiar que seremos capazes de tomar as decisões certas? A questão é crucial, mesmo para o nosso bem-estar mental individual: se a resposta for negativa e estivermos por isso a caminho de um abismo inevitável de destruição ambiental, abre-se um gigantesco buraco negro de angústia e depressão perante um futuro negro.

Rousseau vs Hobbes

O debate filosófico sobre a natureza humana é encarnado por estes dois autores do século XVIII. Para o inglês Hobbes, o Homo Sapiens é por natureza violento e selvagem e só a civilização, o Estado podem conter esses impulsos violentos. O francês Rousseau, pelo contrário, opôs-se a esta visão de Hobbes com a “teoria do bom selvagem”, em que a humanidade é por natureza boa e amigável e é a civilização, as desigualdades de estatuto inerentes a um Estado, que tiram esse bom selvagem do seu estado natural de contentamento, forçando-o a entrar na luta da ascensão social.

É fácil imaginar um futuro em que a solução para a crise climática seja Hobbesiana. Uma classe de privilegiados, com mais dinheiro, educação, controlo de computadores super-potentes e acesso a melhorias biónicas que perpetuam e intensificam o fosse entre “Sapiens de 1ª” e “Sapiens de 2ª”, constroem uma muralha física ou virtual onde vivem confortavelmente, continuando a explorar o planeta, mas deixando a maioria da humanidade fora dessa “muralha de conforto”. Ou seja, os “Sapiens de 2ª” seriam rejeitados para condições de vida pré-industriais. Seja pela morte ou redução de capacidade reprodutiva destes Sapiens de 2ª seja pela redução maciça da sua capacidade de consumir, a crise climática resolver-se-ia de forma brutal: baixar drasticamente o consumo de biliões de seres humanos.

É certo que Hobbes parecia que estava a ganhar a discussão ao longo do século XX. Aliás, vários estudos antropológicos sugeriam a violência latente dos povos primitivos, de que é exemplo a autoextinção dos habitantes da ilha da Páscoa, no Pacífico.

No entanto, um livro recente publicado por Rutger Bregman, intitulado HumanKind, apresenta um argumento e factos convincentes a sustentar a natureza “boa” da humanidade, ou seja, Rousseau. Recomendo vivamente a leitura do livro, que apresenta uma visão refrescante e otimista sobre o Homo Sapiens – permitindo-nos acreditar que seremos capazes enquanto espécie de enfrentar este enorme desafio climático.

O argumento chave é, aliás, evolutivo. A característica única que diferencia o Homo Sapiens dos múltiplos outros hominídeos que a dada altura coexistiram com o Sapiens (por exemplo, o Neanderthal) ou dos nossos primos chimpanzés e gorilas é a sociabilidade.

O código genético da humanidade é 99% idêntico ao dos chimpanzés. Em estudos científicos que comparam as competências intelectuais de bebés humanos com outros primatas, a evidência é surpreendente: os bebés humanos apresentam pontuações semelhantes aos dos bebés chimpanzés e apenas ligeiramente superiores aos bebés gorilas em fatores como perceção espacial, inteligência dedutiva ou memória. A única característica em que os bebés humanos apresentam características distintivas de todos os outros primatas é a sociabilidade. Ou dito de outra forma, a sua tendência natural para confiar. É a fragilidade e dependência dos bebés humanos, a sua vontade de imitar, de sentir a aprovação dos outros, a sua capacidade para confiar, que constitui o marco diferenciador da nossa evolução. Essa sociabilidade e amigabilidade permite-nos confiar, interagir, ler as expressões e emoções, desenvolver uma linguagem rica, aprender.

Estes estudos têm uma leitura absolutamente extraordinária. O que faz de nós humanos não é o nosso cérebro, a nossa mente racional. Sãos as nossas emoções, a capacidade de interagir em sociedade, em rede – essa confiança coletiva é que permitiu acumular ao longo de milhares de anos os conhecimentos, passados de geração em geração, em vez de cada um começar do zero. Para aprender é preciso confiar. Para confiar é preciso abrir a nossa fragilidade, as nossas emoções. A origem da palavra emoção é curiosa: em-moção, ou seja, colocar em movimento. São as emoções que nos levam a agir, não o pensamento racional. As emoções levam-nos a ambicionar um futuro, o cérebro racional avalia a melhor forma de lá chegar.

Aliás, não deixa de ser notável que o único traço identificado até hoje que é único no Homo Sapiens é… corar. Todas as espécies comem, dormem, muitas têm sistemas sociais complexos ou atuam em grupo, os primatas são tão inteligentes como a humanidade… mas o ser humano é o único capaz de corar. E corar é uma manifestação involuntária de fraqueza, de deixar revelar as nossas emoções, de gerar confiança.

A evolução não premia o mais agressivo, mas o mais social e amigável.

A sociabilidade e amigabilidade do ser humano é a base da nossa evolução. Aliás, se a violência entre povos primitivos fosse tão abundante como Hobbes pressupõe, seria natural que as gravuras rupestres representassem cenas de violência. Mas nada. Nenhuma gravura rupestre anterior à descoberta da agricultura e sedentarização mostra qualquer exemplo de violência entre pessoas. Do mesmo modo, os fósseis primitivos mostram sinais de cicatrizes e fraturas, mas sempre compatíveis com acidentes naturais (quedas ou ataques de animais), não há qualquer evidência de uso de armas antes da sedentarização.

Se é assim, foi a sedentarização, o surgimento de grupos diferentes com acumulação de riqueza, que originou a separação entre “nós” e “eles” e, com isso, as guerras. Aliás, se excluirmos os últimos 200 anos, a sedentarização e agricultura foram, em geral “um mau negócio” para a maioria da humanidade. Na verdade, durante os milhares de anos de vida nómada dos caçadores-coletores, as pessoas viviam em geral vidas pacatas, com alimentação saudável e trabalhavam talvez menos de 4 horas por dia, para satisfazer as necessidades básicas de alimento. O resto do tempo era passado a descansar ou em diversões de grupo. As mulheres dispunham de um estatuto igualitário, havendo várias evidencias em tribos nómadas de as mulheres puderem escolher livremente os seus parceiros sexuais e habitualmente terem vários parceiros ao longo da vida.  

A sedentarização nos vales férteis do Tigre e Eufrates inicialmente terá parecido boa ideia. Com a agricultura foi possível alimentar mais pessoas. Mas à medida que a população crescia e se tornou necessário ocupar zonas cada vez menos produtivas, juntamente com a propriedade privada e acumulação de riqueza por alguns, a humanidade mudou radicalmente a sua forma de viver. Nos últimos 10.000 anos, talvez mais de 90% da humanidade viveu como escravo ou trabalhador dependente dos senhores feudais, foi vítima de fome, violência e pestes como nunca as tribos de caçadores-coletores tinham conhecido. 

De certa forma, foi preciso percorrer um caminho difícil e acidentado para passar das vidas fáceis e descontraídas do “bom selvagem” para as vidas complexas, exigentes, mas de elevado conforto dos nossos dias. O que se segue? Estamos numa encruzilhada da história humana e a crise climática é o maior desafio que as gerações atuais enfrentam.

Esta deambulação sobre a natureza humana e a evolução do Homo Sapiens permite ainda uma outra observação, que me parece pertinente no nosso caminho de consciência sobre o bem-estar de corpo e alma.

Na verdade, a dor é o estado inevitável da evolução darwiniana. A dor – ou seja, os desafios, as dificuldades – é a essência da seleção natural. É, portanto, parte da nossa condição. Os caçadores-coletores pre-sedentarização não viviam no Paraíso, sem dor ou dificuldades. Havia dor, esforço, alturas de fome e abundância, acidentes. A diferença, no caso do Homo Sapiens, é a consciência aguda dessa dor, a capacidade de comparar a situação presente com o passado e o futuro e pensar obsessivamente sobre isso. A ansiedade gerada pelo nosso cérebro quando tenta gerir a dor, encontrar uma solução para eliminar esse desconforto ativando o nosso modo “ação”, é o resultado de milhões de anos de evolução. Quando a solução é “lutar ou fugir”, esse estado de divergência entre o real e o desejo pode ser resolvido em minutos – para o bem e para o mal. Mas no mundo muito mais complexo em que vivemos, em que não temos ferramentas imediatas para fazer a ponte entre o real e o desejo, esse instrumento evolutivo poderoso – o nosso modo “ação” – torna-se uma armadilha de pensamentos obsessivos, de ansiedade, depressão e comportamentos de compensação (nomeadamente “comer emotivamente”).

Mesmo para quem não é religioso e não acredita num “sentido” espiritual da vida ou do universo, esta perceção de uma consciência coletiva permite um sentimento de pertença, de partilha de uma experiência coletiva muito maior do que cada um de nós. Os momentos de dor, insegurança, ansiedade vão existir sempre. Não vale a pena “forçar” a mente a ignorar ou eliminar esses sentimentos. Mas podemos aprender a viver com esses sentimentos como parte da nossa experiência coletiva e a serenidade de que não estamos sozinhos – mesmo que não haja sentido para a vida, pelo menos não estamos sozinhos e podemos partilhar essa experiência que é viver.

Viver é, de certa forma, esta experiência coletiva de dar e receber. O esforço de dar – ou seja, tratar do corpo, da mente, dos amigos, da família, do trabalho – desenvolve a resiliência que nos faz mais fortes.

Este blog e podcast é uma experiência pessoal de descoberta. Quem quiser, é bem-vindo a juntar-se. Não esqueça de subscrever o podcast e recomendar a amigas e amigos. Podem ver mais informação sobre mim e as minhas publicações no site www.karlosk.com, subscrever o blog e ver o link para o podcast nas várias plataformas.

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